Conectando telômeros e o envelhecimento
é possível viver para sempre?
DOI:
https://doi.org/10.55838/1980-3540.ge.2020.341Palavras-chave:
replicação do DNA, cromossomos, , telomerase, transcriptase reversaResumo
Todos os eucariotos (protozoários, fungos, plantas e animais) têm genomas constituídos por cromossomos lineares com uma porção chamada de telômero em suas extremidades. Os telômeros possuem diversas funções, dentre elas proteger a integridade dos cromossomos ao evitar que as extremidades se unam umas às outras; também estão associados ao processo de envelhecimento, pois ao longo da vida do indivíduo os telômeros vão se encurtando e diminuindo a capacidade das células se dividirem e, por isso, muita gente imagina que seria ótimo se os cientistas desenvolvessem um remédio para que nossos telômeros nunca mais se encurtassem e pudéssemos, assim, adiar o envelhecimento. Mas será mesmo que apenas os telômeros são responsáveis pelo processo de envelhecimento? Qual a importância deles para a saúde da célula? O que aconteceria se pudéssemos ter telômeros longos, sem perda de tamanho, por toda a vida? Seríamos imortais?
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